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Adoçante faz mal? Mito ou verdade? Entenda

Muitas pessoas adquirem alimentos diet e adoçantes atualmente para reduzir a ingestão de açúcares. Com o passar dos anos, muitas dúvidas surgiram com relação à real eficácia e a segurança oferecida por esses produtos. Sem dúvidas você já ouviu falar do aspartame, que é o adoçante artificial mais conhecido e o mais criticado em todo o mundo, na realidade, esse adoçante é um ácido graxo criado a partir do ácido aspártico e da fenilalanina.

Diversos estudos antigos já sugeriram que muitos problemas com tumores cerebrais em todo o mundo poderiam estar diretamente relacionados com o grande consumo das pessoas do aspartame. Com isso diversos medos surgiram e diversos outros tipos de câncer passaram a ser associados com o consumo do adoçante. Mas, com estudos recentes nos Estados Unidos, tornou-se capaz de provas que não ocorre o aumento no risco de câncer no cérebro, da leucemia ou de qualquer tipo de linfoma em pessoas que consomem adoçante de forma regular.

Adoçante faz mal?

Além desse, outros estudos também concluíram que o consumo do adoçante dentro da recomendação (40mg diariamente por cada quilo do peso corporal da pessoa diariamente) é completamente seguro.

O adoçante é excelente para os dentes

De acordo com os estudos realizados sobre o adoçante, ele não provoca tantos danos aos dentes, pois apenas uma pequena quantidade de sua composição vai para a corrente sanguínea, e essa mesma quantidade é rapidamente quebrada e transformada em outras substâncias. Mas, é importante ressaltar que existem tipos de adoçantes que possuem efeitos colaterais, como o xilitol, por exemplo, que é facilmente encontrado em balas sem açúcar e é um carboidrato que quando consumido em excesso pode acabar causando diarreia.

Também já foi comprovado que o adoçante pode auxiliar na prevenção das cáries, pois neutraliza a acidez da placa bacteriana nos dentes.

Substituto para o uso do adoçante

Na Europa e nos Estados Unidos, passou-se a utilizar no lugar do adoçante a estévia, nativa do Brasil e do Paraguai, uma planta medicinal de muitos anos. Isso porque ela não contém calorias e é muito mais doce do que o próprio açúcar. Mas, ainda assim, existem diversos consumidores que não gostam do leve gosto de anis na boca provocado pela estévia, e com isso os fabricantes acabam misturando a estévia à adoçantes artificiais.

A estévia é um adoçante seguro, pois não é tóxica e não provoca câncer. Mas, não existe nada que comprove que a estévia possa auxilia na perda de peso ou na manutenção do peso saudável. Além disso, grande parte dos adoçantes prometem auxiliar as pessoas a saciar a vontade por doces sem que as mesmas ganhem peso ou desenvolvam problemas com a diabetes, mas, os adoçantes já são vendidos a anos e até hoje não foram capazes de conter as crises de obesidade vividas por muitos países atualmente.

Glicose

Ainda assim, os adoçantes não deveriam ser considerados vilões para a saúde, e pode-se afirmar enfim que não existe um tipo de adoçante que seja bom ou ruim, na realidade é necessário conhecer cada tipo de forma separada e saber quais são os males ou benefícios que os mesmos podem causar para sua saúde.

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